Due diligence imobiliária: o que verificar antes de comprar um imóvel e por que isso evita prejuízos
Por em 30 de set de 2026
Due diligence imobiliária é a análise jurídica completa do imóvel, do vendedor e, quando for o caso, da construtora, feita antes de assinar qualquer contrato ou pagar sinal. Ela serve para descobrir dívidas, penhoras, ações judiciais e irregularidades que não aparecem na visita ao imóvel nem na conversa com o corretor.
Paguei o aluguel e apareceu outra pessoa dizendo ser a proprietária do imóvel. E agora?
Por em 30 de jul de 2026
Imagine a seguinte situação: você aluga um imóvel, paga os aluguéis regularmente e, de repente, recebe o contato de uma pessoa afirmando ser a verdadeira proprietária do imóvel e exigindo que os pagamentos sejam feitos a ela. A dúvida surge imediatamente: para quem o aluguel deve ser pago? E se o pagamento for feito para a pessoa errada? O inquilino pode ser cobrado novamente? Essa é uma situação que tem gerado preocupação em alguns empreendimentos imobiliários, principalmente quando existem conflitos envolvendo vendas duplicadas, disputas de propriedade ou irregularidades na documentação do imóvel.
Quem deve pagar o IPTU do imóvel alugado? Entenda o que diz a Lei do Inquilinato
Por em 27 de jul de 2026
Uma das dúvidas mais frequentes em contratos de locação é: afinal, quem deve pagar o IPTU, o proprietário ou o inquilino? A resposta está na Lei nº 8.245/91 (Lei do Inquilinato), que estabelece uma regra geral, mas também prevê uma importante exceção.
O inquilino atrasou o aluguel. E agora?
Por Ana Luiza Barreto em 21 de jul de 2026
Em momentos como esse, muitos proprietários acabam acreditando que podem tomar medidas imediatas para forçar a saída do inquilino. No entanto, agir dessa forma pode gerar consequências jurídicas graves. Neste artigo, explico quais são os direitos do locador e qual é o caminho previsto pela Lei do Inquilinato para resolver essa situação.
STJ reconhece recibo de compra e venda como justo título em usucapião ordinária
Por em 21 de mai de 2026
Uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) trouxe importante avanço para a regularização de imóveis no Brasil. O tribunal reconheceu que um simples recibo de compra e venda pode ser considerado justo título para fins de usucapião ordinária. A decisão chama atenção principalmente porque milhares de pessoas possuem imóveis adquiridos apenas com contrato de gaveta, recibos simples ou documentos informais, acreditando que esses papéis não possuem qualquer validade jurídica.